Um toque, e a família fica sabendo
Quando ela precisar, aperta o botão. Todo mundo da família recebe, e quem vai até lá avisa os outros. Ninguém fica na dúvida.
Botão no pulso ou preso na roupa
Se ela pedir ajuda, se o gás ficar aberto ou se algo fugir da rotina, o seu celular avisa. A gente instala tudo e monta a rede de quem pode ajudar: família e vizinhos de confiança.
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Telefones
Sua mãe pediu ajuda às 14:32.
Eu vou verificarGás detectado na cozinha.
A porta da rua não abriu até as 10h.
Você conhece essa preocupação
“Liguei duas vezes e ela não atendeu.”
Provavelmente estava no quintal. Mas, até descobrir, o coração aperta.
“Será que ela fechou o gás do fogão?”
A memória já não é a mesma, e o botijão fica bem ali.
“E se ela cair e não alcançar o telefone?”
A caderneta de telefones está do lado do aparelho. Ela, nem sempre.
A Faiska existe para essas horas: a casa avisa quem precisa saber.
Como a Faiska ajuda
Quando ela precisar, aperta o botão. Todo mundo da família recebe, e quem vai até lá avisa os outros. Ninguém fica na dúvida.
Botão no pulso ou preso na roupa
Se o detector sentir gás, ele apita alto na cozinha e avisa você ao mesmo tempo.
Detector de gás na cozinha
A porta da rua não abriu até o horário de sempre? Ficou aberta de madrugada? Você recebe um aviso para ligar e conferir.
Sensor discreto na porta
E se a família não puder ir? Com um toque, os vizinhos de confiança que toparam ajudar são chamados.
Você não fica sozinho: por trás da Faiska tem gente de verdade, que instala, cuida e também recebe o aviso quando ninguém responde.
Antes de pensar em mudança
Muita família começa a cogitar uma casa de repouso “por segurança”, mesmo com a mãe bem e querendo ficar no cantinho dela. Para quem ainda vive bem sozinho, existe um meio-termo.
*Valores de referência em Porto Alegre, pesquisados em outubro de 2026.
A Faiska não substitui o cuidado de uma pessoa. É para quem ainda vive bem sozinho e quer continuar em casa, com a família sabendo na hora se algo acontecer. Se ela precisa de ajuda o dia todo, uma casa de repouso ou um cuidador é o caminho certo, e a gente diz isso na conversa.
Feito para ela não precisar mudar nada
Aparelhoscertificadospela Anatel
Como começa
Leva um minuto, sem pagamento.
Pelo WhatsApp: como é a casa, a rotina e quem pode ajudar.
Na casa dela, com todo mundo recebendo um aviso de teste.
Famílias fundadoras
Estamos começando com poucas famílias, para fazer direito. Quem entra agora tem condição especial de família fundadora e ajuda a moldar o serviço.
Os valores ainda estão sendo fechados. Você fica sabendo antes de todo mundo e só decide depois de conversar com a gente.
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Anotado na caderneta!
A gente chama você pelo WhatsApp em breve.
Perguntas
Não. A Faiska não tem central 24 horas e não substitui o SAMU (192) nem os bombeiros (193). Quem recebe os avisos é a família, os vizinhos que toparam ajudar e, quando ninguém responde, a equipe da Faiska, sem horário garantido. Por isso custa bem menos que um serviço de monitoramento, e não é aparelho médico.
Não. Ela só aperta o botão quando precisar. O detector de gás e o sensor da porta funcionam sozinhos.
Não. Nada filma nem grava a casa.
Não. Na conversa a gente vê o que faz sentido para a casa: tem quem precise mais do botão, tem quem precise mais do gás.
Os valores ainda estão sendo fechados. As famílias fundadoras ficam sabendo primeiro, com condição especial, e só decidem depois de conversar.
O aviso no celular depende da internet da casa. Se os aparelhos ficarem sem sinal, a família recebe uma mensagem dizendo isso. O detector de gás continua apitando em casa.
Não acenda nem apague luzes e não use fósforo ou isqueiro. Feche o registro do gás, abra portas e janelas, saia de casa e ligue para os bombeiros (193).
A instalação é feita pessoalmente, então começamos pela Zona Sul de Porto Alegre. Se você é de outro bairro, entre na lista mesmo assim: é assim que a gente sabe para onde ir depois.